Viajando No Mundo dos Contos de Fada

Viajando No Mundo dos Contos de Fada

segunda-feira, 30 de abril de 2012

RESENHA - A DROGA DA OBEDIÊNCIA


RESENHA - A DROGA DA OBEDIÊNCIA


Como seria o mundo se algumas pessoas pudessem controlar as outras apenas com uma pílula? O livro de Pedro Bandeira, “A droga da Obediência”, mostra uma incrível história onde isso seria possível, mas graças a inteligência e atitude de um grupo de jovens detetives, esse plano sinistro foi descoberto.
Os Karas (Miguel, Calú, Crânio, Magri e Chumbinho) são adolescentes e amigos que estudam no colégio Elite. Eles reúnem-se em seu esconderijo secreto no forro do vestiário do colégio e montam um plano de ação para libertar Chumbinho, que também foi sequestrado. Depois de uma série de investigações, chegam à Pain Control, uma empresa que deseja controlar a dor da humanidade através de uma droga poderosa que faz com que qualquer um que a experimente fique fiel como um cãozinho, obedecendo todas as ordens e sob o domínio do poderoso doutor Q.I.. Esse louco cientista usa estudantes para testar suas idéias e drogas para dominar toda a humanidade. Na Pain Control os estudantes são obrigados a fazerem atividades físicas sem parar, ultrapassando todos os limites do corpo, mas sem sentir dor por causa da droga. O futuro do mundo depende dos Karas. É um livro excelente, para quem não gosta de monotonia e sim de suspense misturado com aventura e também grandes surpresas.
A Droga da Obediência é o primeiro livro da série dos Karas, juntos eles se aventuram no combate ao crime em outros livros do Pedro como “Pântano de Sangue”, “A droga do amor”, “Anjo da Morte” e “Droga de Americana”. Pedro Bandeira já trabalhou como ator, diretor, cenógrafo, redator, editor e comerciais, mas a partir de 1983 tornou-se exclusivamente ator. Seus livros são voltados para crianças onde escreve contos, poemas e narrativas de diversos gêneros.

1. O texto acima é:
a) (     ) uma propaganda.
b) (     ) uma biografia. 
c) (     ) uma resenha.
d) (     ) uma notícia.

2. Esse texto serve para:
a) (     ) apresentar o autor do livro.                  
b) (     ) distrair o leitor.
c) (     ) informar sobre o livro. 
d) (     ) ensinar a fazer uma investigação.

3. Copie do texto o trecho que expressa a opinião da autora a respeito do livro.

4. Quem é o autor do livro “A droga da obediência” ?

5. A palavra “obediência” é uma:
a) (     ) oxítona.
b) (     ) paroxítona.
c) (     ) proparoxítona.

Processo de abolição da escravatura no Brasil

Princesa Isabel: assinou a Lei Áurea em 13 de maio de 1888
Introdução
Na época em que os portugueses começaram a colonização do Brasil, não existia mão-de-obra para a realização de trabalhos manuais. Diante disso, eles procuraram usar o trabalho dos índiosnas lavouras; entretanto, esta escravidão não pôde ser levada adiante, pois os religiosos se colocaram em defesa dos índios condenando suaescravidão. Assim, os portugueses passaram a fazer o mesmo que os demais europeus daquela época. Eles foram à busca de negros na Áfricapara submetê-los ao trabalho escravo em suacolônia. Deu-se, assim, a entrada dos escravos no Brasil.
Processo de abolição da escravatura no Brasil
Os negros, trazidos do continente Africano, eram transportados dentro dos porões dos navios negreiros. Devido as péssimas condições deste meio de transporte, muitos deles morriam durante a viagem. Após o desembarque eles eram comprados por fazendeiros e senhores de engenho, que os tratavam de forma cruel e desumana.
Apesar desta prática ser considerada “normal” do ponto de vista da maioria, havia aqueles que eram contra este tipo de abuso. Estes eram os abolicionistas (grupo formado por literatos, religiosos, políticos e pessoas do povo); contudo, esta prática permaneceu por quase 300 anos. O principal fator que manteve a escravidão por um longo período foi o econômico. A economia do país contava somente com o trabalho escravo para realizar as tarefas da roça e outras tão pesados quanto estas. As providências para a libertação dos escravos deveriam ser tomadas lentamente.
A partir de 1870, a região Sul do Brasil passou a empregar assalariados brasileiros e imigrantes estrangeiros; no Norte, as usinas substituíram os primitivos engenhos, fato que permitiu a utilização de um número menor de escravos. Já nas principais cidades, era grande o desejo do surgimento de indústrias.Visando não causar prejuízo aos proprietários, o governo, pressionado pela Inglaterra, foi alcançando seus objetivos aos poucos. O primeiro passo foi dado em 1850, com a extinção do tráfico negreiro. Vinte anos mais tarde, foi declarada a Lei do Ventre-Livre (de 28 de setembro de 1871). Esta lei tornava livre os filhos de escravos que nascessem a partir de sua promulgação.
Em 1885, foi aprovada a lei Saraiva-Cotegipe ou dos Sexagenários que beneficiava os negros de mais de 65 anos.Foi em 13 de maio de 1888, através da Lei Áurea, que liberdade total finalmente foi alcançada pelos negros no Brasil. Esta lei, assinada pela Princesa Isabel, abolia de vez a escravidão no Brasil.

Abolição da Escravatura - Lei Áurea

domingo, 29 de abril de 2012

PROJETO: CONTOS DE FADAS


TURMA: 2º ANO DO 2º CICLO

JUSTIFICATIVA:
Trabalhando com os contos de fadas, os alunos constroem e reconstroem significados para as histórias e desenvolvem o prazer da leitura.Com tantos livros de literatura infanto-juvenil, como eleger quais os melhores e mais importantes para envolver as crianças no universo literário? Uma grande parte desses livros possui poucas substancia e, por isso, é difícil extrair deles significados mais interessantes. O ato de ler fica sem sentido quando o que se aprendeu a ler não acrescenta nada de importante para nossas vidas. Sendo assim pensamos desenvolver este projeto para que o aluno tenha maior conhecimento sobre a literatura infanto-juvenil.

OBJETIVO GERAL:

Habilitar o aluno para conhecer e compreender contos de fadas e desenvolver no aluno a habilidade de produzir textos.

OBJETIVOS ESPECIFICOS
-Interessar-se em ler e ouvir histórias, manifestando sentimentos, experiências, ideias e opiniões em situações de leitura compartilhada e/ou recorrendo à biblioteca da escola.
-Ao escrever, garantir a seqüência de fatos e de acontecimentos do texto;
-Indicar leituras, fundamentando suas opiniões e preferências;
-Desenvolver no aluno a habilidade de produzir textos;
-Incentivar o trabalho em equipe;
-Estimular a criatividade;
-Promover o hábito de leitura.
-Incentivar o trabalho em equipe.

DESENVOLVIMENTO:
Ø Lendo historias;
Ø A professora lê para os alunos
Ø Alunos lêem por conta própria;
Ø Alunos lêem em voz alta na sala de aula;
Ø Leitura compartilhada;
Ø Produção de textos individuais
Ø Criação de historias;
Ø Revisando os textos;
Ø Ilustrando as historias para formar os livros;
Ø Confeccionando os livros
Ø Produto final.

Por que trabalhar com contos de fadas na escola?
Toda criança chega à escola sabendo contar histórias, relatar algo, seguindo a ordem cronológica dos acontecimentos. Porém, esta habilidade básica para narrar ainda está longe da riqueza e diversidade que a narração pode apresentar em sua forma escrita. É na escola que a criança tem a oportunidade de conhecer e produzir textos mais complexos e de qualidade, desenvolvendo sua competência literária, isto é, reconhecendo as características formais da linguagem escrita.
De certa forma, os contos de fadas se parecem com sonhos: vão surgindo, de imagem em imagem, de cena em cena, com a mesma rapidez mágica, e transportam o leitor para lugares onde tudo pode acontecer. Eles falam à imaginação e ao coração, foram inventados para provocar encantamento e, por isso, a forma de narrar tem tanta importância quanto o conteúdo.
Os contos de fadas fazem parte do universo infantil desde muito cedo. Trabalhá-los na escola amplia o leque de oportunidades, para a formação de um bom escritor. O texto narrativo neles apresentado possui riqueza e diversidade em sua forma escrita e propicia à criança o desenvolvimento da competência literária, isto é, o reconhecimento das características formais da linguagem escrita. Este tipo de texto também é modelo de narrativa literária e auxilia o aluno a produzir outra com mais complexidade e qualidade.
Não se inventa a partir do nada. Primeiramente a criança deve transformar as histórias conhecidas dos contos de fadas como exercício de imitação para, depois, ser capaz de ousar ao inventar seus textos.
Escolhi trabalhar com contos de fadas porque este tipo de história faz parte da nossa cultura, tem o dom de encantar e não infantiliza a linguagem das crianças. Além disso, a maioria dos contos tradicionais possui uma estrutura complexa, mas, ao mesmo tempo, previsível, o que facilita a reescrita. Acredito que, ao realizar este trabalho, estou dando oportunidade às crianças de entrarem em contato com bons textos, tornando-os modelo e, além disso, acho que o trabalho com a reescrita auxilia na apropriação de um determinado tipo de texto.Este projeto não tomou apenas a linguagem como objeto de estudo. Por meio dele, tivemos a oportunidade de trabalhar questões matemáticas e científicas, pesquisar e colocar em práticas estratégias adquiridas durante o ano.Confira a experiência marcante que vivenciamos.Um papo com a turma
Com a intenção de iniciar um trabalho de reescrita, foi lido um conto de fadas para a turma e, logo em seguida, iniciamos uma conversa: Em que circunstâncias precisam ser bons contadores de histórias? Existem diferentes formas de se contar uma história? Como narrar um conto de fadas de maneira que prenda a atenção de quem está ouvindo?Percebemos que a turma interessava-se muito pelo assunto e que todos concordavam: para se contar uma história, é preciso conhecê-la.Foi proposta a escolha de vários contos. Desta maneira, poderíamos aprender a contá-lo bem e, se conseguíssemos fazer um bom trabalho, seria possível escrever um livro e até apresentar uma peça teatral ao final do semestre.
Este era, a princípio, o principal objetivo da turma. Todos estavam entusiasmados com a idéia do livro e do teatro e isso bastava para que se envolvessem no trabalho. Porém, nosso objetivo não era o mesmo que o das crianças: queríamos que a turma começasse a se apropriar de uma determinada forma de escrever (a narrativa), de uma maneira prazerosa e significativa. Sabendo que, para reescrever, é necessária uma análise do texto em questão (primeiro, analisa-se para depois imitar), propusemos trabalhar com a reescrita.

A escolha da história
Para ajudar as crianças a decidir qual história gostariam de aprender, foi necessário fornecer-lhes elementos que lhes dessem condições de fazer escolhas mais conscientes, levando-as a se responsabilizar pela decisão. Assim, escolhemos juntos várias histórias.

Avaliação

O projeto: conto de fadas foi bem integrado com enfoque de reescrita e comparação de versões; e o de ilustradores de livros, voltado para as artes visuais. Nesse último projeto, os alunos fizeram uma listagem do que aprenderam e escreveram sobre os recursos utilizados por diversos ilustradores.
As produções artísticas envolveram atividades com tema livre, mas relacionado a “utilizando pintura, desenho, recorte e colagem, montagem de cera, massinha.
As crianças fizeram o registro das descobertas decorrentes dos estudos realizados para os dois projetos.
A avaliação final respondeu à questão: que dicas você poderia dar para os alunos que estarão no 2º período no ano que vem, se eles também forem produzir um livro de reescrita?
Acreditamos que, ao realizar este trabalho, as crianças tiveram oportunidade de entrar em contato com bons textos. Além de terem conhecido e se tornado fãs da histórias escolhidas por cada grupo, elas, já podem dizer que estão começando a tornar-se produtoras de textos e usuárias competentes da linguagem escrita.

DINÂMICAS

                                                                         DINÂMICAS

A CONSTRUÇÃO DA CASA

Objetivo: Mostrar ao grupo o que é nucleação e quais seus passos.
Destinatários : Grupos de jovens iniciantes
Material : Canudos plásticos, durex, papel e caneta.
Divide-se o grupo em várias equipes, e escolhe-se um secretário para cada equipe. Entrega-se para cada equipe um pacote de canudinhos e ao secretário uma folha de papel e caneta. Pede-se que a equipe construa uma casa, e o secretário deverá escrever tudo o que for dito, todo o planejamento que a equipe fizer ou falar, e não deve dar palpite na construção da casa.
Desenvolvimento:
1- O animador divide o grupo em equipes com igual número de pessoas, entrega o material e pede que construam uma casa. Define um tempo de 15 minutos.
2- O animador chama uma pessoa de cada equipe, entrega uma folha de papel e caneta e lhes pede para escrever tudo o que for dito pelos participantes da equipe durante a construção da casa.
3- Em plenário as casas serão expostas para que todos possam ver as casas construídas.
4- O secretário de cada equipe vai ler para o grupo o que sua equipe discutiu enquanto construía a casa.
Avaliação:. Para que serviu esta dinâmica ?. Em que fase da construção nosso grupo está ?

MATERIAL: BEXIGA,TIRA DE PAPEL
Procedimento:
Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica)
O  facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfrentamos no nosso dia-a-dia(de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizade, etc.
Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo, depois com os outros participantes sem deixar a mesma cair.
Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem, os restantes continuam no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta:
1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado;
2) a quem saiu, o que ele sentiu.
Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para solução de todos os problemas, para mostrar que não é tão difícil resolvermos problemas quando estamos juntos.
Ele pedirá aos participantes que estourem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele.
Dicas de palavras ou melhores ingredientes:- amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranqüilidade, troca, crítica, motivação, aceitação, etc...
(As palavras devem ser escolhidas conforme o objetivo que se deseja alcançar com a Dinâmica. )






SURPRESAS EM UMA CAIXA

OBJETIVO : Compartilhar - Intercambiar atitudes
PARTICIPANTES : 30 a 40 pessoas
RECURSOS HUMANOS : uma caixa, papel , lápis
INSTRUÇÕES: - Se prepara uma caixa (pode ser, também, uma bolsa), com una série de tiras de papel enroladas, nas quais se tenha escrito algumas tarefas (Como por exemplo: CANTAR, DANÇAR, ASSOBIAR, SORRIR, GRITAR, RODAR...ETC...)
COLOCA-SE OS PARTICIPANTES EM CÍRCULO
 - A caixa circulará de mão em mão, enquanto se toca uma música. Quando a música, bruscamente parar, quem estiver com a caixa na mão tem que retirar um papel e cumprir a ordem.
- A brincadeira continuará até terminar os papeis dentro da caixa.
Medo de Desafios
Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).
Procedimento:
Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja... ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente difícil ou vergonhosa).
Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro. Quando a música for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa...é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem... Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).
Objetivos:  O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador, o final pode ser uma feliz notícia.
                                                     DINÂMICA:- A PALAVRA CHAVE
1-      Destinatários: Grupos de jovens ou de adultos .Pode-se trabalhar em equipes.
2-    Material: Oito Cartões para cada equipe. Cada um deles contém uma palavra: Amizade, liberdade, diálogo, justiça,verdade, companheirismo,bravura, ideal, etc. Os cartões são colocados em um envelope.
3- Desenvolvimento:- O animador organiza as equipes e entrega o material de trabalho.- Explica a maneira de executar a dinâmica.As pessoas retiram um dos cartões (do envelope); cada qual fala sobre o significado que atribui à palavra.- A seguir, a equipe escolhe uma das palavras e prepara uma frase alusiva- No plenário, começa-se pela apresentação de cada equipe, dizendo o nome dos integrantes e, em seguida, a frase alusiva à palavra escolhida.5- Avaliação:- Para que serviu o exercício?- Como estamos nos sentindo?

PROJETO ÁGUA

   

                                            PROJETO ÁGUA

      JUSTIFICATIVA:

Reconhecendo a importância da água para a vida de todos os seres do planeta, e a iminente diminuição da mesma a cada dia, devido a problemas como: assoreamento dos rios, poluição, desperdício, foi escolhido esse tema visando sensibilizar e conscientizar o aluno, (este um transmissor de conhecimentos para toda a comunidade) atentando para o uso racional da água e da preservação do meio-ambiente, como forma de garantir uma fonte futura.

II- Conteúdos:

 CONTEÚDOS CONCEITUAIS:
• Saber sobre a necessidade de se economizar água.
• Reconhecer a importância da água para a vida e suas diversas utilidades.
• Compreender o ciclo da água.
• Conhecer as causas da poluição da água.
• Identificar os cuidados que devemos ter com a água potável.
• Identificar o percurso da água do rio até as casas.
• Conhecer os estados físicos da água (sólido , líquido e gasoso)
• Perceber a existência de água no nosso corpo e nos alimentos.
• Conhecer as causas da atual diminuição das reservas d’água.

CONTEÚDOS PROCEDIMENTAIS:
• Ouvir histórias, poesias e textos informativos relacionados ao tema.
• Realizar experiências diversas com a água nos seus três estados.
• Se possível observar um rio poluído, e que faça parte do bairro.
• Observar as conseqüências dessa poluição no meio em que vive.
• Analisar contas de água das famílias dos alunos e discutir sobre o desperdício.
• Ouvir músicas, assistir  a vídeos que tratem do tema.
• Visitar uma estação de captação e tratamento de água.
• Confeccionar maquetes e painéis relacionados ao tema.
• Realizar atividades diversificadas que envolvam todas as áreas do conhecimento.

 CONHECIMENTOS ATITUDINAIS
• Economizar água nas diversas situações cotidianas em casa e na escola.
• Colaborar para a preservação da água no meio-ambiente.
• Ser um agente multiplicador de conhecimentos sobre a água e o meio ambiente em geral.
• Valorizar a água, percebendo sua importância para a vida de todos os seres vivos.
• Adquirir hábitos de beber água potável, ou seja, filtrada ou fervida.

II – OBJETIVOS GERAIS:
• Perceber a dependência dos seres vivos em relação ao meio ambiente, em especial a água.
• Reconhecer a ação do homem na transformação do meio ambiente, principalmente no que diz respeito à poluição e ao desperdício de água.

III- ETAPAS PREVISTAS
Linguagem oral e escrita
• Leitura de textos, histórias, parlendas, adivinhas que falem sobre o assunto.







• Produção coletiva de pequenos textos.
• Escrita espontânea.
• Cruzadinhas, caça-palavras.
• Atividades com alfabeto móvel.
• Entrevista com um profissional da rede de tratamento de água.
• Atividades diversificadas envolvendo a escrita de palavras significativas sobre o assunto estudado.

MATEMÁTICA

• Estatística (contas de água) (e porcentagem de água nos alimentos e no corpo).
• Noções de massa (pesado/leve), volume (cheio/vazio)
• Situações-problema envolvendo a água.
• Jogo com dado/trilha.

NATUREZA  E  SOCIEDADE

• Observação do ciclo da água.
• Conversa sobre o desperdício da água nas diversas situações cotidianas.
• Experiências diversas com a água nos estados   : sólido/líquido/gasoso.
• Passeio ao redor da escola observando a ação da chuva no bairro e a ocorrência de esgoto a céu aberto.
• Experiência do pé de feijão.
• Vídeos que abordam o tema.
• Pesquisa de figuras que mostrem as diferenças entre a água limpa e a água poluída.

VISUAL

• Desenho livre e de observação.
• Recorte e colagem
• Dobraduras
• Modelagem com areia e argila
• Técnicas de pintura.
• Maquetes.

MÚSICA  E  MOVIMENTO

• Atividades diversas , músicas e cantigas relacionadas ao tema.
• Ginástica historiada  (chuí, olha lá!).
• Circuito da água.
• Cd Xuxa, Guilherme Arantes.

AVALIAÇÃO

Exposição de trabalhos.

Fonte   :  Revista Nova Escola

Atividades de maio








sábado, 28 de abril de 2012

Texto para interpretação Por que rimos?


Por que rimos?

         Você já deu risada hoje? Aposto que sim! Todos nós rimos ou sorrimos várias vezes ao dia: para cumprimentar alguém, ao fazer ou ouvir algumas gracinhas ou quando estamos brincando com um amigo. 
Esses exemplos mostram que nosso riso ocorre basicamente em situações sociais, ou seja, em momentos de felicidade, prazer e brincadeiras.
         Os cientistas sabem que o riso não é apenas uma manifestação de alegria. 
Ele também torna menos graves mágoas e agressões. È só você reparar como, muitas vezes, utilizamos o riso para acabar com uma briga ou dizer não a alguém. 
Note, também, que um pedido de desculpas vem sempre acompanhado de um sorriso. Isso acontece o riso “ desarma as pessoas e facilita o comportamento amigável.”
         Melhor que rir é saber que o riso faz bem à saúde. Dizem os mais velhos que o “ riso é um santo remédio.”
         Então, ria! O riso tem o poder de melhorar as relações entre as pessoas e nos ajuda a construir um mundo mais alegre e de paz.








INTERPRETAÇÃO DO TEXTO:








 1      O texto nos fala sobre um gesto importante que possuímos, qual é ele?..

2.       Explique quando ocorre o riso...

3.      O que os cientistas afirmam em relação ao riso?

      4.        O que você acha sobre o riso? Escreva sua opinião.
     5.          Você já deu risada hoje? Para quem você sorriu?
      6. No texto fala que “um pedido de desculpas vem sempre acompanhado de um sorriso” . Você concorda? Justifique sua resposta.
    








A Verdadeira Amizade” Texto para interpretação


SECR                                            “A Verdadeira Amizade” 

   Um homem, seu cavalo e seu cão caminhavam por uma estrada.Depois de muito andar esse homem se deu conta  de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente.Muitas vezes os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição.A caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e eles ficaram suados e com sede.Precisavam desesperadamente de água.Numa curva do caminho, avistaram um portão todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.
  -Bom dia, ele disse. -Bom dia, respondeu o homem.
  -Que lugar é este, tão lindo? Ele perguntou.
  -Isto aqui é o céu, foi a resposta. -Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem.
  -O senhor pode entrar e beber água à vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
  - Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
  -Lamento muito,disse o guarda.-Aqui não se permite a entrada de animais.
  O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande.Mas ele não quis beber e deixar seus amigos com sede.Assim, prosseguiu seu caminho.Depois de muito caminho acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era uma velha porteira velha semi aberta.A porteira se abria por um caminho de terra, com árvores dos dois lados que faziam sombra.
   À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um pano, parecia que estava dormindo.
  -Bom dia, disse o caminhante. -Bom dia disse o homem.
  -Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
  - Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem indicando o lugar.
  -Podem beber a vontade.O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.
 -Muito obrigado, ele disse ao sair.-Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
  -A propósito, disse o caminhante,qual é o nome desse lugar?
  -Céu, respondeu o homem.
 -Céu? Mas o homem da guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu! -Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.O caminhante ficou perplexo.-Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões.
  -De forma alguma, respondeu o homem.Na verdade, eles nos fazem um grande favor.
  - Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos...

                                                       Interpretação do texto:

1- Numere os parágrafos do texto depois complete:

O texto possui _______ parágrafos.

2- Quantos personagens o texto possui?Quais são eles?
_________________________________________________________________________________
3- Onde se passa a história e como os personagens foram parar lá?
_________________________________________________________________________________

4- Qual foi o desapontamento que o homem teve ao passar pelo portão de mármore?
________________________________________________________________________________
5- Por que foi que o homem conseguiu chegar realmente no céu?
_________________________________________________________________________________
6- Dê a sua opinião sobre o texto.

_______________­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­­

TEMAS TRANSVERSAIS


  
                                             TEMAS TRANSVERSAIS
A educação para a cidadania requer que questões sociais sejam apresentadas para a aprendizagem e a reflexão dos alunos. Portanto é importante incorporar essa tendência e a incluir no planejamento de forma a compor um conjunto articulado e aberto a novos temas, buscando um tratamento didático que contemple sua complexidade e sua dinâmica, dando-lhes a mesma importância das áreas convencionais. O planejamento ganha em flexibilidade e abertura, uma vez que os temas podem ser priorizados e contextualizados de acordo com as diferentes realidades locais e regionais e outros temas podem ser incluídos.
            Os Temas Transversais dos PCN’s[1] incluem Ética, Meio Ambiente, Pluralidade Cultural, Saúde e Orientação Sexual. Conforme a necessidade contemporânea, outros temas são incluídos: Direitos Humanos, Educação para o Trânsito, e outros. Esse trabalho requer uma reflexão ética como eixo norteador, por envolver posicionamentos e concepções a respeito de suas causas e efeitos, de sua dimensão histórica e política.
A ética é um dos temas mais trabalhados do pensamento filosófico contemporâneo, mas é também um tema presente no cotidiano de cada um, que faz parte do vocabulário conhecido por quase todos.A reflexão ética traz à luz a discussão sobre a liberdade de escolha. A ética interroga sobre a legitimidade de práticas e valores consagrados pela tradição e pelo costume. Abrange tanto a crítica das relações entre os grupos, dos grupos nas instituições e perante elas, quanto a dimensão das ações pessoais. Trata-se, portanto de discutir o sentido ético da convivência humana nas suas relações com várias dimensões da vida social: o ambiente, a cultura, a sexualidade e a saúde.Segundo Menezes (2002) a transversalidade é um “termo que, na educação, é entendido como uma forma de organizar o trabalho didático na qual alguns temas são integrados nas áreas convencionais de forma a estarem presentes em todas elas”. O conceito de transversalidade surgiu no contexto dos movimentos de renovação pedagógica, quando os teóricos conceberam que é necessário redefinir o que se entende por aprendizagem e repensar também os conteúdos que se ensinam aos alunos
O Meio Ambiente é um dos Temas Transversais dos PCN’s, tendo como objetivo respeitar as diversidades regionais, culturais e políticas existentes no país, com a finalidade de permitir aos alunos o acesso ao conjunto de conhecimentos socialmente elaborados e reconhecidos como necessário ao exercício da cidadania. No entanto, “não deve ser implantada como disciplina específica do currículo de ensino” (Lei nº. 9.795/99 Artigo 10 § 1º), mas enfatizam a necessidade da integração da educação ambiental em todas as disciplinas escolares.Conforme citação dos Parâmetros Curriculares Nacionais - Temas Transversais –  Meio Ambiente, (1998, p. 193):
Trabalhar de forma transversal significa buscar a transformação dos conceitos, a explicitação de valores e a inclusão de procedimentos, sempre vinculados à realidade cotidiana da sociedade, de modo que obtenha cidadãos mais participantes. Cada professor, dentro da especificidade de sua área, deve adequar o tratamento dos conteúdos para contemplar o Tema Meio Ambiente, assim como os demais Temas Transversais.
Desta forma, trabalhar de forma transversal constitui-se em buscar a transformação conceitual dos conteúdos trabalhados convencionalmente nas disciplinas, explicitar valores por meio do fortalecimento das relações interpessoais no espaço escolar e a inserção de metodologias que possibilitem a transformação de condutas, estabelecendo sempre um vínculo à realidade cotidiana da sociedade.
1- JUSTIFICATIVA :
      Os PCN’s  afirmam que “cabe à escola empenhar-se na formação moral de seus alunos...”(p. 32) A cidadania não deve ser construída por vias burocráticas e esse desejo não deve ficar só no papel, nos livros, nos documentos, mas deve deixar de ser utopia e se tornar real, no convívio escolar. Deve fazer parte dos projetos escolares, da proposta pedagógica, do dia-a-dia. Essa meta deve ser seguida e conquistada por todos os educadores.Por isso, percebemos que alguns valores e atitudes devem e podem ser trabalhados na escola, de preferência por todas as turmas e professores, para que todos “falem a mesma língua”, surtindo assim mais efeito. Através destas reflexões e observações, percebemos a necessidade  de desenvolver este projeto. Para finalizar, mostrando a importância do mesmo, concordamos com Herkenhoff quando diz “não podemos ter, no Terceiro Mundo, uma escola desligada de seu compromisso social, omissa em face de seu papel de transformação da realidade...(p.30, 1996), e é este o nosso compromisso, enquanto educadores. Vamos fazer a nossa parte neste processo de construção, tão importante.
2-OBJETIVO  GERAL :
Proporcionar ao aluno condições para que ele se conscientize da necessidade de respeito entre todos através  do reconhecimento, da aplicação dos direitos e deveres de cada um, formando valores éticos e morais para o exercício da cidadania  e cumprindo assim, com o maior papel da escola: favorecer uma aprendizagem realmente significativa na formação de seres humanos mais conscientes, participativos e responsáveis no convívio social.
3- OBJETIVOS ESPECÍFICOS:

Sensibilizar os alunos em relação à importância da boa convivência para criar um ambiente agradável na sala de aula.
Desenvolver reflexões sobre ações corriqueiras. Reconhecer que, desde bem pequeno, podemos desenvolver boa educação e boas maneiras.
Melhorar a disciplina na sala criando regras de convivência e dinâmicas para perceberem algumas atitudes que causam a indisciplina.
Resgatar atitudes de cooperação, participação, responsabilidade, altruísmo, tolerância, sensibilidade e comprometimento na escola para toda a vida.
Falar, através da música evangélica, canto, coreografia, etc., sobre os valores da fé, do perdão e do amor de Jesus.
Desenvolver  a  autoestima   e o respeito;
Formar consciência dos valores éticos e morais;
Reconhecer  que a paz é uma conquista diária por meio das nossas ações;
Respeitar as diferenças;
Identificar e repelir o bullying e/ou quaisquer outros tipos de desrespeito,discriminação, exclusão, desvalorização do ser humano praticados contra outrem.
Proporcionar momentos com atividades lúdicas que desenvolvam a atenção, concentração e socialização dos educandos .
Possibilitar uma maior comunicação entre a escola, a família e a comunidade escolar como um todo;
Envolver a comunidade escolar para colocar em prática os assuntos discutidos ou vivenciados.
Valorizar a família e a importância do diálogo; Identificar e respeitar diferentes tipos de família;
Reconhecer valores como, igualdade, ética, cidadania, solidariedade e respeito;
Perceber as diferenças entre pessoas, mostrando que a diversidade não implica inferioridade;
Valorizar as belezas que a mistura das diferenças nos traz;
Ressaltar a importância da afetividade na escola e na família;

METODOLOGIA
      

O projeto será desenvolvido de forma interdisciplinar e contínua, contando com a participação de toda a comunidade escolar. Algumas sugestões podem ser seguidas pelos professores para melhor desenvolvimento de suas aulas: vídeos, palestras, textos informativos, confecção de cartazes, dramatização e simulação de campanha eleitoral. O projeto se desenvolverá de acordo com as ações do cronograma abaixo, porém sugerimos que em sala os professores realize ações como exemplo de cidadania visando alcançar os valores a serem trabalhados: justiça diante de qualquer situação, mantendo a ordem de acordo com direitos e deveres dos alunos, impondo respeito entre todos, incentivando os alunos, a saber a hora de ouvir, de falar...


AVALIAÇÃO:

 A avaliação será de forma contínua, através de observação e trabalhos avaliativos. Para tanto é necessário que todo o educador faça uma adequação de suas atividades com os temas dos projetos, contextualizando o cotidiano escolar e vivência do aluno.O acompanhamento e outros registros que se fizerem necessário, levará em consideração os seguintes questionamentos:
Quais os conhecimentos adquiridos?
As questões levantadas foram esclarecidas?
Que mudanças de atitudes foram observadas?
Que crescimento os alunos tiveram?
A equipe poderá no decorrer dos projetos avaliarem suas ações reformulando, acrescentando ou subtraindo ações de acordo com a flexibilidade que todo projeto deve ter em razão de eventuais situações no contexto escolar.

                                                                      REFERÊNCIAS

·         BRASIL. Parâmetros Curriculares Nacionais: introdução aos parâmetros curriculares nacionais. Brasília: MEC/SEF. 1997
·         BAFFI, Maria Adelia Teixeira. O planejamento em educação: revisando conceitos para mudar concepções e práticas. In.: BELLO, José Luiz de Paiva. Pedagogia em Foco, Petropólis, 2002.
·         SALVADOR.Coordenador Pedagógico:Traçando Caminhos para a sua práticaEducativa.Documento original.SMEC/ASTEC, 2005.

=== PARTE 2 ====
=== PARTE 3 ====


[1] Parâmetros Curriculares Nacionais.

ATIVIDADES DE INTERPRETAÇÃO PARA ENSINO FUNDAMENTAL I


ATIVIDADES DE INTERPRETAÇÃO PARA ENSINO FUNDAMENTAL I
O PRIMEIRO PÊLO

Elias, aquele pedacinho de gente, com a cara mais atrevida deste mundo, plantou-se diante do pai, que lia o jornal.
- Pai, eu já sou um homem!
Como o pai não desse sinal de ter ouvido, repetiu:
- Pai, eu já sou um homem!
- Você sempre foi, meu filho. Desde que nasceu – respondeu, afinal o pai.
- Isso eu sei. Quero dizer, agora já sou grande.
- Não me parece que você tenha crescido muito de ontem para hoje ... – disse o pai, olhando o garoto de alto a baixo.
- É que eu sou ... eu sou ...
- Já sei. Você quer dizer que se tornou adulto.
- É, é isso mesmo.
- E por que o senhor meu filho acha que se tornou adulto de ontem para hoje?
- O senhor está vendo aqui? – E apontava um pontinho preto no queixo. – Está vendo?
- Não vejo nada. Venha mais perto. Ahnn! Será que estou vendo um pelinho aí?
- É o meu fio de barba, pai. Eu já sou um homem.
- Ora, meu filho! É apenas um fio, e um fio não faz uma barba toda. Aliás, lembra-se de sua avó, minha mãe? A vovó tinha uma verruguinha no queixo e três fios de barba. Veja bem: três fios. Nem por isso ela dizia que era homem!
- Mas eu já sou um adul... Isso que o senhor disse. Por isso, preciso de aumento de mesada, quero chegar tarde em casa e levar a chave da porta.
- É uma pena, é uma pena ... lamentou o pai, balançando a cabeça.
- Pena porque ia dar-lhe um presente agora que você completa doze anos. Mas ... Preciso mudar de presente.
- Mudar, pai?
- Claro, quando você era menino, ia ganhar uma bicicleta dessas que você sempre quis. Mas, sendo um homem, vou dar a você um aparelho de barba.O garoto apoiou-se num pé, depois no outro, profundamente pensativo. Ah! Ia perder aquela sonhada bicicleta! Resolveu:
- Pai, vamos fazer uma coisa. Eu deixo pra ficar homem mais tarde e o senhor me dá a bicicleta, certo?
- Certo – concordou o pai. – E peça à sua mãe para tirar esse pelinho daí com uma pinça. Não fica bem um menino com barba de homem.

Mário Donato

. Exploração do texto – Você deverá copiar as perguntas em seu caderno e respondê-las. Capriche.

1) O texto conta uma conversa entre duas pessoas. Quais são elas?
2) Para afirmar que já é um homem, Elias dirige-se ao pai com segurança, com humildade ou com medo? Justifique com citações do texto.
3) Ao responder que o filho era homem desde que nasceu, o pai referia-se ao aspecto físico, psicológico ou social?
4) Por que Elias achava que já era adulto?
5) O fato de ser adulto, segundo Elias, dava-lhe alguns direitos. Quais?
6) Por que Elias resolveu “deixar para ficar homem mais tarde”?
2. Extrapolação do texto
1) Elias achava que já era adulto porque tinha nascido um pelinho de barba. E para você, o que é ser adulto?
2) O que você pensa do procedimento de Elias? Você concorda? Se você fosse Elias, teria agido do mesmo jeito?
3) O que você pensa dos adultos? O que eles fazem que lhe agrada? O que eles fazem que não lhe agrada?
4) Você tem vontade de ser adulto? Por quê?

Textos- Saepe


ENTREVISTA 

Aos 51 anos o médico paulista Geraldo Medeiros é um dos endocrinologistas brasileiros de maior e mais duradouro sucesso. Numa especialidade em que o prestígio dos profissionais  oscila conforme a moda, há três décadas ele mantém sua fama em ascendência. Em seu consultório de 242 metros quadrados, na elegante região dos Jardins, uma das mais exclusivas de São Paulo, Medeiros guarda as fichas de 32.600 clientes que já atendeu. Mais da metade o procurou para fazer regime de emagrecimento. Sua sala de espera está permanentemente lotada e à vezes é necessário marcar uma consulta com semanas de antecedência.
Como professor de Clínica Médica e Endocrinologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, Medeiros já atendeu outros milhares de pacientes. A maioria, porém, foi parar em suas mãos em razão de outra especialidade da qual é mestre: as doenças da tireóide. (Revista Veja nº 567) 

1) Quais as informações fundamentais para o texto presentes em seu primeiro período?
a) aos 51 anos - Geraldo Medeiros - endocrinologista
b) Geraldo Medeiros - endocrinologista - de sucesso
c) médico paulista - Geraldo Medeiros - endocrinologista
d) aos 51 anos - médico - endocrinologista
e) médico - Geraldo Medeiros – sucesso

2) Qual a utilidade de ser dada a idade do médico entrevistado logo ao início do texto?
a) Indicar sua experiência e capacidade.
b) Mostrar sua vitalidade e competência.
c) Demonstrar sua capacidade e perspicácia.
d) Provar seu conhecimento e juventude.
e) Aludir à sua juventude e vitalidade.

3) O segundo período do texto é construído como explicitação de um dos termos do primeiro período. Qual?
a) médico paulista
b) endocrinologista brasileiro
c) maior sucesso
d) mais duradouro sucesso
e) aos 51 anos 

4) Muitos elementos do segundo período repetem elementos do primeiro. Indique a correspondência equivocada entre elementos dos dois períodos.
a) especialidade - endocrinologista
b) prestígio - sucesso
c) profissionais - médico
d) fama - sucesso
e) décadas - 51 anos

5) Que elemento do primeiro período é explicitado no terceiro período?
a) aos 51 anos
b) médico paulista
c) endocrinologistas brasileiros
d) maior sucesso
e) mais duradouro sucesso

6) Entre as duas atividades do médico há uma série de elementos que se opõem. Indique a oposição equivocada.
a) endocrinologista - professor
b) clientes - pacientes
c) emagrecimento - doenças da tireóide
d) marcar uma consulta - parar em suas mãos
e) 32.600 – milhares