Viajando No Mundo dos Contos de Fada

Viajando No Mundo dos Contos de Fada

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

A Colcha de Retalho


Texto para ler durante a Festa do Professor...

A Colcha de Retalho

Para fazer uma colcha de retalhos, precisamos juntar vários pedacinhos, cada pedacinho possui uma cor, uma largura, uma altura, uma forma, um estilo…
Se usarmos a criatividade juntos, as diferentes formas se misturam e resplandece a beleza, beleza das diferenças.
Entre um conjunto de cores cada pedacinho depende um do outro para chegar ao objetivo de construir uma bela colcha de retalhos.
Assim somos nós educadores, cada um possui uma característica, uma habilidade, uma responsabilidade, uma especialidade, um toque, um estilo, uma facilidade, uma prática, uma tarefa… Enfim, entre tanta diversidade em cada um possui uma peculiaridade, buscando atingir um objetivo comum, educar para a vida, formar um cidadão consciente e participativo, desenvolver habilidades, construir conhecimento, etc. Essa missão é árdua, porém muito gratificante, por isso devemos contar uns com os outros respeitando e acolhendo as diferenças.
Assim como a colcha de retalhos precisa de vários pedaços para ser construída, nós também precisamos uns dos outros (profissionais, pais, amigos, irmão, família, alunos e comunidade) para atingir nossos objetivos e contemplar a beleza dos resultados.
PESSOAL, EU VOU COLOCAR CÓPIAS DESTE TEXTO, DENTO DO PORTA-CD, QUE VOU ENTREGAR AOS PROFESSORES, JUNTAMENTE COM UMA SELEÇÃO DE MÚSICAS ROMÂNTICAS.

Dinâmica para o início das aulas

Dinâmica para o início das aulas

Verdade ou mentira?

Excetuando-se as classes novas, todo ano eu começo com uma classe que já se conhece e eu tenho que conhecer a todos e tentar integrá-los ao máximo. Essa dinâmica mostra que nem sempre a gente conhece bem quem está do lado, nosso conhecimento é muito limitado e restringe-se ao ambiente em que estamos.

Essa dinâmica é muito útil para mim porque quando dou as aulas de inglês ou espanhol procuro inserir o que estou ensinando à realidade do aluno. É importante saber do que eles gostam e o que fazem fora da escola para tornar a aula mais interessante e também mostrar de forma objetiva como usar em seu cotidiano o que estão aprendendo.

Entrego um pedaço de papel a cada aluno e digo que terão que escrever nele 3 frases sobre si mesmos, sendo que uma delas será falsa. Mas não devem escrever coisas óbvias como 'tenho olhos verdes' e sim coisas que os amigos saberiam sobre ele, como 'já fui ao Japão', por exemplo.

Peço a eles que coloquem o nome e escrevam as 3 frases (e é claro que eu vou guardar esses papéis para uso posterior quando for preparar as aulas), depois eles me entregam todos. Escolho um papel aleatoriamente e leio a primeira frase, perguntando de quem é. A classe vai dando seus palpites e instruo os alunos que quando identificaram o que escreveram disfarcem e também digam que acham que é do Fulano.

Anoto na frente da frase o nome de quem a maioria da classe achou que era o dono e escolho outro papel. Vou lendo as primeiras frases de cada um, depois começo a ler a segunda e por fim a terceira frase, sempre anotando na frente da frase de quem a classe achou que era.

No final todos já estão ansiosos e eu leio a frase e digo: essa que vocês acharam que era do Fulano na verdade é da Sicrana. E faço algumas perguntas sobre a frase à aluna. Vou fazendo isso até terminar e depois pergunto aos alunos o que acharam da brincadeira.

Eles normalmente acham divertido porque ficam sabendo mais sobre os colegas e também ficam surpresos por saber relativamente pouco sobre eles.

Eu já tive grandes surpresas com essa brincadeira, uma vez uma aluna escreveu 'já tive uma parada cardíaca' e todos achamos que a frase era falsa mas era verdadeira, depois pedi a ela que contasse como isso aconteceu. Outra aluna escreveu 'já viajei de avião 63 vezes' e também era verdadeira.

Dinâmica


Representar uma árvore no papel pardo ou cartolina; afixá-la no painel ou parede. Em cima da árvore, escrever uma pergunta relacionada com o assunto (pode ser sobre questões ambientais, regras de convivência, o ambiente escolar etc) que será tratado durante o bimestre, trimestre... Ex.: Como gostaríamos que fosse...?Cada criança receberá uma "folha da árvore" para escrever seu sonho, o sonho é o que a criança espera que "aconteça de melhor" para o assunto em questão. Depois, pedir para cada criança colocar sua folha na árvore dos sonhos.
Obs: Esta atividade poderá ser retomada durante o período que for trabalhado o assunto, ou ao final do período para que haja uma reflexão sobre o que eles queriam e o que conseguiram alcançar.

Explorando texturas - Creche


Explorando texturas - Creche

Objetivos
- Explorar texturas de tintas e melecas.
- Utilizar diferentes instrumentos para pintura.

Ano
Creche.

Tempo estimado
Durante todo o ano, ao menos uma vez por semana.

Material necessário
Bacias grandes, utensílios de cozinha como coadores, espátulas, colheres, escumadeiras, pratinhos e vasilhas de diferentes tamanhos. Pincéis, brochinhas, rolinhos de pintor, esponjas e suportes grandes, como papéis, tecidos lisos, plásticos e caixas de papelão. Farinha de trigo, gelatina em pó com cores fortes, amido de milho, corante comestível (anilina) e natural, feitos com frutas e geleias, para preparar tintas e massas (para cada xícara de água morna, acrescente uma de amido de milho e um pacote de gelatina. É possível variar a densidade da meleca acrescentando mais água ou mais farinha. Para mudar as cores, acrescente o corante.

Flexibilização
Para alunos com deficiência física
Para trabalhar com bebês com deficiência física nos membros superiores, envolva os rolinhos e os pincéis em espuma. Isso vai ajudar os pequenos a ter mais firmeza na hora de fazer as primeiras pinturas. Você pode fixar papeis em pranchetas inclinadas e colocar em frente ao bebê ou fazer com que a criança crie suas próprias estratégias para pintar nos papeis fixados no chão. Estimule que ela pinte com os pés junto dos colegas e deixe as tintas em lugares acessíveis e próximos da criança com deficiência. Os outros bebês também ajudam a criança a segurar alguns objetos ou alcançar os potes de tinta.

Desenvolvimento
1ª etapa
As experimentações com as tintas podem ocorrer na sala, em uma oficina de artes ou em espaços externos. Monte o local deixando à mão tudo o que será necessário para o andamento da proposta, pois assim você pode ficar mais atento às crianças e suas explorações. Forre o piso (se estiver num espaço de uso coletivo ou sala) e ofereça papéis no chão, na mesinha ou na parede para que deixem marcas. Coloque o material ao alcance de todos e deixe as crianças de fraldas ou roupas que possam sujar. Planeje também como será a arrumação ao fim da atividade: onde serão colocadas as produções? Quem ajudará na limpeza e no atendimento às crianças? Quem documentará a atividade? Planeje como mostrar os primeiros resultados da atividade, incluindo as fotos, às famílias. Assim, todos poderão participar, mesmo que indiretamente.

2ª etapa
Apresente os materiais aos bebês. É importante que eles diferenciem os momentos de trabalho daqueles de alimentação. Por isso, não os incentive a comer durante as atividades, mesmo que os materiais sejam comestíveis. Mostre o que poderão fazer com as tintas. Inicie utilizando apenas água e depois amplie para misturas e melecas, como massas de amido ou farinha com corantes ou gelatinas. Ao acrescentar uma cor forte, pergunte: "Estão vendo como a cor mudou?" Para os mais crescidos, é possível introduzir terra, areia, folhas e sementes. Se fizer uma tinta de gelatina, por exemplo, deixe que cheirem, toquem e brinquem. É importante que eles se familiarizem com os materiais de apoio antes de a atividade começar - uma bacia pode ser tão interessante quanto seu conteúdo. O foco da atividade, porém, deve ser exploração de texturas.

3ª etapa
Convide o grupo a explorar as propriedades e possibilidades dos materiais. É possível organizar, por exemplo, uma atividade para explorar texturas de determinado material ou então uma para que os pequenos utilizem mais um tipo de instrumento, como o pincel, a brochinha e o rolinho de pintor. Nesse momento, diga: "Veja como com o rolinho você pinta uma área maior. Com o pincel, só dá para fazer um risco". Vale testar também as diferenças entre pintar com as mãos, que dá mais controle, ou com os pés, com pincéis e rolinhos, que tendem a ser mais difíceis de controlar.

Avaliação
Observe atentamente durante todo o processo. Isso dará indícios de como propor as próximas atividades. Em alguns casos, vale fazer pautas de observação individual, pois cada criança pode apresentar formas muito distintas de aproximação dos materiais: algumas se lambuzam logo no primeiro dia e aos poucos vão se concentrando em explorações mais definidas. Outras demoram mais tempo para se soltar e há ainda as que insistem em pesquisas específicas de cores, misturas ou ocupação dos suportes etc. No dia seguinte ao trabalho, retome com o processo documentado, conversando com todos para ver se lembram quais os materiais e utensílios foram usados em cada atividade.

Rotina de aula para uma aprendizagem efetiva


Rotina de aula para uma aprendizagem efetiva

ROTINA NA 

AULA SOCIOCONSTRUTIVISTA

1. Leitura compartilhada - O professor lê todos os dias para os alunos, vários tipos de textos como: notícias, contos, poesias, histórias, fábulas, etc.
Lê por prazer, sem cobrar atividades nenhuma após esta leitura.

Objetivos: Professor enquanto modelo de leitor. Desenvolver no aluno o prazer pela leitura.

2. Roda de conversa - Professor e alunos conversam sobre assuntos variados.

Objetivos: Desenvolver no aluno a competência/oralidade. Falar o que pensa em grupos diversos, ouvir e respeitar as falas e pensamento de outras pessoas, dialogando, trocando, sendo crítico, etc.
Pode-se propor ao final o registro num texto coletivo do assunto debatido. O texto deve ser curto ( de preferência um parágrafo).
Sugestão: Criar caixas na sala com temas variados e neste momento, um destes temas, uma notícia, por exemplo, é sorteada.

3. Agenda - Atividade de cópia de texto com função social na língua (letramento)

Objetivos: Desenvolver técnicas de escrita (escrever da esquerda para a direita na linha, com capricho, etc.), além de registro diário das atividades realizadas durante a aula para acompanhamento dos pais.

4. Atividades de leitura - Esta atividade e imprescindível para a alfabetização. Todos os dias os alunos deverão desenvolvê-la. Lembre-se o bom escritor é antes um bom leitor. Deve ser realizada preferencialmente com textos que já sejam do domínio dos alunos que ainda não sabem ler convencionalmente.

Objetivos: Ler quando ainda não sabe ler (convencionalmente). Ajustar o falado ao escrito. Desenvolver a leitura.

Atividades de leitura: Leitura de ajuste, localizar palavras no texto (iniciar com substantivos) Ordenação de textos (frases, palavras), palavras cruzadas, caça. - palavras, adivinhas, localização de palavras nos textos, roda de leitura, roda de poesia, empréstimo de livros, projetos de leitura, etc.
É fundamental que intervenções tais como o trabalho com a letra inicial e final das palavras sejam feitas constantemente.


5. Atividades de escrita - Só se aprende ler, lendo e só se aprende a escrever, escrevendo. Copia é uma coisa, produção de escrita é outra. Na atividade de escrita, a criança escreve do jeito que ela sabe (hipótese de escrita) e o professor faz intervenções necessárias em relação à escrita, direto com o aluno.

Objetivos: Avançar na reflexão da Língua. Resolver a letra a ser usada (qualidade de letra), quantas letras usar (quantidade de letras), escrever textos com sentido (inicio, meio e fim), revisar ortografia e gramática, etc.

Atividades de escrita: Propor atividades de escrita com o alfabeto móvel completar textos (lacunas no início ou no final da frase), produção escrita de textos individuais e coletivos (listas, histórias, contos, etc.), reescrita de texto que se sabe de cor, revisão de textos, palavras cruzadas (sem banco de palavras), etc.

6. Atividade móvel - Este espaço é para que cada professor trabalhe de acordo com sua turma, jogos matemáticos, sala de leitura; Ciências, Estudos Sociais, Recreação e Artes.
É importante lembrar que nosso dia-a-dia escola, devemos estar desenvolvendo atividades de caráter interdisciplinar e transdisciplinar.

7. Atividade de casa - A atividade de casa é alvo de dúvidas e críticas por parte dos pais e dos professores (ou porque não tem "dever de casa" ou porque tem “dever de casa” demais ou porque “os alunos não fazem o dever”, etc.). O ideal é que a atividade de casa, planejada com antecedência, seja um desafio interessante, difícil, mas possível, que o aluno possa resolver sozinho.

Objetivo: Criar o hábito de estudar fora da escola, desenvolver a autonomia e a auto-aprendizagem.

Atividades de casa - Cruzadinha, caça-palavras, empréstimo de livros (6◦ feira trazer na 2◦ feira), leitura de textos e posterior ilustração, coletar rótulos, ler algo interessante e trazer para sala de aula, coletar materiais de sucata, observar fenômenos da natureza para posterior relato, pesquisas orais e escritas, etc.

Plano de Aula - 0 a 3 anos


Plano de Aula - 0 a 3 anos



Processo de acolhimento das crianças e das famílias

Objetivos

- Envolver as famílias que chegam à escola pela primeira vez num clima de acolhimento, segurança, cuidado e afeto.

- Incluir as crianças na construção do espaço e do tempo da escola (rotina)

- Acolher as singularidades de cada criança e incluí-las no desenvolvimento das situações planejadas.

- Mediar as experiências da criança com a cultura


Conteúdos- Inclusão das famílias no processo de adaptação

- Envolvimento das crianças na construção da rotina 

- Respeito e valorização das singularidades das crianças 

- Mediação das experiências da criança com a cultura 


Idade 
2 e 3 anos (a sequência pode ser adaptada para acolher crianças de até 5 anos) 
Tempo estimado 
Duas semanas 

Materiais necessários- Objetos para casinha, bonecas, carrinhos, giz ou fita crepe, massinha, papel para desenho, fantasias;
- Uma caixa de papelão; 
- Uma foto de cada criança; 
- Fotos ou desenhos de situações da rotina; 
- Livros de literatura infantil. 

Flexibilização 
Para crianças com deficiência física 

Para incluir crianças com deficiência física nos membros inferiores, o primeiro passo é garantir a acessibilidade dos espaços da creche. Faça um passeio com a criança pelas salas e áreas externas e apresente-a aos colegas. Deixe que as crianças interajam e conversem. Caso as crianças tenham dúvidas, como por exemplo "por que ele não anda?", responda de forma clara. Aproveite a oportunidade para contar a todos que a limitação motora do colega, de forma alguma o impede de fazer as atividades propostas, mas que, para algumas ações, ele pode precisar de ajuda. Explique isso à criança com deficiência física e mostre que ele pode recorrer a você ou aos colegas sempre que precisar. Conte com a ajuda da família para compreender melhor as necessidades e hábitos da criança. Procure manter objetos ao alcance dos pequenos e respeite o tempo de aprendizagem da criança. 

Desenvolvimento
A adaptação começa antes da entrada da criança na escola. Solicite, portanto, aos familiares que preencham previamente uma ficha, ou então, realize uma entrevista com perguntas que retratem quem é a criança: seu nome, se possui irmãos na escola, suas brincadeiras preferidas, comidas que aprecia ou não, se possui objetos de apego, chupeta e o que costuma gerar conforto ou desconforto emocional (por exemplo, a resistência para relacionar-se com pessoas estranhas). 


Ao ler as fichas e estabelecer um primeiro contato com as crianças inicie o planejamento. 


1º dia 
Organize o ambiente contemplando, também, as preferências observadas nos relatos das famílias: por exemplo, um canto de casinha com carrinhos de boneca e bonecas; um outro, com carrinhos e algumas pistas desenhadas no chão com giz ou fita crepe; um canto com massinha ou materiais para desenho. O tempo de permanência da criança na escola pode ser aumentado gradativamente, mas é importante que nos primeiros dias uma pessoa de sua referência afetiva permaneça o tempo que for necessário próximo dela, mesmo que seja em outro lugar que não seja a sala de aula. 

Já neste primeiro dia mostre que houve interesse em conhecer a história de cada um, faça comentários do tipo: "João, sua mãe me contou que você gosta muito de bola, você viu que aqui nesta sua escola você pode brincar de futebol? Veja quantas bolas separei para você, quer brincar comigo?", ou: "Marina, eu já sei que você adora massinha, vamos fazer um bolo e uma festa com seus novos colegas?". 

No encerramento dessa proposta, anuncie para as crianças o que será feito a seguir. Faça um passeio pela escola e apresente os espaços e pessoas que pertencem a este lugar. Em seguida, apresente uma brincadeira cantada para as crianças e os pais. No final do dia faça uma roda de conversa com as crianças e relembre o que observou de mais significativo do movimento do grupo; narre algumas cenas que revelaram envolvimento, interesse e anuncie o que viverão no dia seguinte. 
Solicite aos pais uma foto da criança para que seja organizado um canto do grupo na sala de aula. 
Avaliação Observe e registre posteriormente as crianças que mais se envolveram com as propostas e as mais resistentes à aproximação dos adultos para pensar em formas de convite e construção de vínculos nas próximas situações. 

2º dia
Organize os cantos de atividades diversificadas de desenho, massinha, jogos e fantasias e compartilhe com as crianças as opções que terão neste dia. Procure circular pelos diferentes cantos e participe das situações junto com os pequenos.
Num outro momento, apresente para as crianças o canto que foi escolhido para colocar as suas fotos e envolva-as nesta situação. Crie um contexto de interação neste momento: ao colocar as fotos no painel cante músicas com os nomes das crianças ou então faça uma brincadeira referindo-se a algumas características físicas ou ações observadas no dia. Por exemplo: "esta menina que vou mostrar agora brincou muito de bola, comeu muita banana e está ao lado do Lucas. Quem será?" 
Faça a leitura de uma história e mostre onde será o canto de livros do grupo. 
No final, apresente uma caixa onde ficarão os objetos trazidos pelas crianças de casa. 
Solicite aos pais que façam um desenho com seus filhos e tragam no dia seguinte para ser colado nesta caixa. Se possível tire uma foto do grupo para identificar este objeto que será de todos. 
Avaliação Observe a movimentação das crianças nos cantos e a forma de envolvimento com as propostas. Anote como foram as reações daquelas crianças mais caladas, das que resistem aos contatos, ou mesmo daquelas que demonstram uma certa euforia diante de tanta novidade. 

3º dia
Faça mais uma vez a brincadeira com as fotos das crianças e com as músicas "A canoa virou"; "João roubou pão". Proponha mais uma vez os cantos de atividades diversificadas de massinha, casinha, pistas de carrinhos e bichos. 
Monte com as crianças a caixa onde ficarão seus objetos e escolham um canto onde ela ficará guardada. 
Compartilhe mais uma leitura e guarde mais um livro na biblioteca que será do grupo. 
Encerre o dia recuperando oralmente o que foi vivido pelas crianças e anuncie algo que as aguardará no dia seguinte. Faça também um clima de surpresa, de expectativa para as novas experiências. 
Avaliação Invista na interação com as crianças que demonstram maior dificuldade e resistência. Chame-as para pegar algum material com você para a organização do ambiente, sente-se ao lado para fazer um desenho, faça você um mesmo um desenho ou escultura de massinha para que leve para casa e observe as reações a estas formas de convite. Não se esqueça de que aquelas crianças que aparentemente estão achando que tudo é uma "festa", merecem um olhar especial, um colo, momentos de atenção para se entregarem às propostas e para compreenderem o que está acontecendo com elas. 

4º dia
Receba as crianças com os cantos de atividades diversificadas (no mínimo 3). Faça mais uma vez a brincadeira com as fotos. Apresente em forma de desenho ou por meio de fotografias das crianças, cada situação da rotina (o professor deve organizar este material previamente). Converse com as crianças o que fazem em cada momento e organize junto com elas a sequência temporal das atividades. Diga que essas fotos ou desenhos ajudarão a saber o que farão na escola e que logo após o lanche ou então da brincadeira no parque, por exemplo, seus pais voltarão para buscá-las. Cole o quadro da rotina num lugar de fácil acesso para as crianças. 
Avaliação Ao anunciar os momentos que retratam a rotina, diga às crianças que ainda choram e demonstram sofrimento em estar neste novo ambiente, quais são as situações que viverão e quando será o momento de reverem as pessoas de sua família todos os dias. Observe as reações e sempre que chorarem recorra a esta estratégia para ajudar a tranquilizar as crianças. 

5º dia
Receba as crianças em roda e conte que escolheu montar os cantos que mais gostaram no decorrer da semana. Quando encerrar, recorra ao quadro da rotina para situar o que farão a seguir. Faça mais uma leitura e guarde mais um livro na biblioteca do grupo. Comente que, aos poucos, conhecerão muitas histórias. Em seguida, mude a atividade e faça com o grupo uma salada de frutas (se possível, peça no dia anterior que cada criança traga de casa uma fruta). Ou então, no lanche, faça um piquenique no espaço externo da escola. 
Encerre o dia com uma brincadeira. Conte que ficarão dois dias em casa sem vir para a escola, mas que muitas novidades as aguardam na próxima semana. Fale que brincarão muito e que o professor estará sempre presente quando precisarem de algo. 
Avaliação Ajude as crianças mais resistentes à aproximação a transformarem sentimentos em palavras. Reconheça os desafios ainda existentes, mas reafirme que na próxima semana estará novamente na escola para recebê-las e investigar quais são as brincadeiras e outras situações que lhes farão se sentir bem neste ambiente. Se possível, empreste algum livro ou brinquedo e peça para que cuide bem e traga novamente para a escola na próxima semana. Isso ajudará neste processo de construção de vínculo com a escola e com o educador. 

Fonte - Revista Nova Escola

Aluno precisa também de limites.


Aluno precisa também de limites.



TERMO DE COMPROMISSO COM O APRENDIZADO ESCOLAR


ANO LETIVO EM QUE O ALUNO ESTÁ MATRICULADO:_________


Eu, __________________________________________,aluno do____ ano do Ensino Fundamental, tendo conhecimento das normas que constam no regimento escolar dessa escola, comprometo-me a realiza-las de forma correta para que o bom andamento do processo de ensino aprendizagem possa ser feito.

A saber:
1 – Respeitar colegas e professores em sala de aula;
2 – Respeitar colegas e professores no ambiente escolar;
3 – Ser consciente e responsável pelas tarefas e exercícios que devem ser realizados em sala de aula;
4 – Não atrapalhar os professores com indisciplina ou gracinhas de modo a dificultar o aprendizado de si e dos colegas;
5 – Não ser agressivo com colegas e professores, coordenação, direção e demais funcionários bem como com coordenação e direção;
6 – Não proferir ameaças a colegas, professores , coordenação, direção e demais funcionários. Neste ponto, o aluno está sendo informado de que novas ameaças como as que já houve serão comunicadas imediatamente à polícia para que tome as providências cabíveis.
7 – Participar das aulas e ser assíduo, não faltar.

O não cumprimento desse termo de compromisso implicará em solicitação de transferência.

Por ser verdade, firmo a data presente.



Assinatura do responsável pelo aluno (a)

___________________________________________________

Assinatura do aluno

_____________________________________________________

Assinatura da Diretora da escola

_____________________________________________________

Assinatura da Coordenadora

Jogos pedagógicos


Caixinha de surpresas


COMO BRINCAR

Escreva em pequenos pedaços de papéis várias tarefas engraçadas e desafiadoras, adequadas à faixa etária dos participantes – por exemplo, “pule em uma perna só”, “faça a careta mais feia que você já fez na sua vida” ou “imite a sua mãe quando ela fica brava” – e coloque-os em uma caixinha. 

Os participantes devem sentar em roda e passar a caixinha de mão em mão enquanto toca uma música.

No momento em que a música parar, quem estiver com a caixa nas mãos retira um papel e cumpre a tarefa descrita. A brincadeira continua até terminarem os papéis. 

Dica: escreva nos papéis uma charada e uma tarefa. Só cumprirá a tarefa quem não acertar a charada. 

Caça ao Tesouro

COMO BRINCAR
Dentro de uma área pré-definida espalhe as pistas anotadas em um papel, sendo que cada pista traga uma informação que leve a outra pista, sendo que a última levará ao tesouro. Os jogadores recebem uma pista inicial para começar a caçada. Adapte as pistas de acordo com a idade dos participantes, com jogadores mais jovens faça pistas mais óbvias já para os mais experientes aumente a dificuldade. 

A graça do jogo está justamente nas pistas que podem trazer charadas, enigmas, anagramas, cruzadinhas, caça-palavras, frases incompletas. Lembrando que a solução sempre levará à outra pista. 

Com um número grande de jogadores divida-os em equipes em uma competição. Nesse caso, use as fitas coloridas para diferenciar as pistas de cada equipe. Se as idades dos participantes divergirem muito, faça rotas diferentes que levem ao mesmo tesouro e adapte a dificuldade das pistas para a idade de cada integrante.

COMO BRINCAR

Os participantes são divididos em grupos de três. Dois jogadores dão-se as mãos formando a toca e o terceiro ficará entre eles e será o coelhinho. Do lado de fora ficam os coelhos perdidos.  Ao ser dado o sinal: ‘Coelhinho sai da toca, um, dois, três’, as tocas levantam os braços e todos os coelhinhos devem ocupar uma nova toca, inclusive os coelhos perdidos. Quem não conseguir entrar fica no centro, esperando nova oportunidade.

O jogo fica mais emocionante se no lugar dos coelhinhos perdidos houver um caçador. Nesse caso, apenas um participante fica de fora. Quando for dado o sinal ele deverá perseguir os coelhinhos durante a troca de tocas. O primeiro a ser pego passará ao posto de caçador, o caçador vira um dos ‘tocas’, e este, por sua vez, vira um coelhinho. Se o número de crianças for pequeno, as tocas podem ser desenhadas no chão com um giz, assim, ninguém fica de fora da brincadeira.

Crianças autistas - brincadeiras

Crianças autistas - brincadeiras


Objetivo destas brincadeiras é estimular a interação social e ajudar pais e professores a promover as habilidades sociais em crianças com Transtornos do Espectro do Autismo Se a crianças estiver se divertindo, vai querer continuar brincando. Quanto mais brincar, mais oportunidades terá de aprender:
Achou
“Achou” é uma das primeiras brincadeiras que as crianças aprendem. Ponha uma coberta sobre seu filho. Tire então a coberta para “descobri-lo” e diga “Achou!” Planeje quais participações seu filho pode ter para manter a brincadeira andando e quando pode participar – enquanto a coberta está sobre ele ou depois que você o descobriu. Os tipos e número de participações dependem do estágio de comunicação da criança.

Esconde-esconde
“Esconde-esconde” seu filho pode se esconder em lugares apertados ou ser coberto por travesseiros e cobertas. Mas o Esconde-esconde oferece a ele maior variedade de participações.

Cócegas ou Cosquinhas
Muitas crianças pequenas gostam de brincadeiras envolvendo algum tipo de toque ou pressão profunda, tais como cócegas, massagem ou abraço. Esses tipos de brincadeiras são especialmente atraentes para crianças que buscam ativamente essas sensações. Um toque firme ou pressão profunda podem ter um efeito calmante sobre algumas crianças. Em vez de fazer cócegas, tente dar-lhe alguns apertões firmes, mas gentis, acima da sua barriga.

Cavalinho
Na Brincadeira de Cavalinho, seu filho sobe nos seus ombros ou, se ele gosta da sensação de pressão profunda, pode deitar-se de barriga para baixo sobre suas costas para uma “cavalgada”. Quando você parar, a participação dele será pedir que recomece. Subsequentemente, seu filho poderá lhe dizer quando parar e quando andar.

Aviãozinho
Nas brincadeiras de Aviãozinho, você joga seu filho para cima, levanta-o em pé sobre seus joelhos, leva-o em um passeio sobre suas pernas e então o coloca de volta no chão. Como pode perceber, há muitas variações de Aviãozinho. Se o seu filho gosta de movimento, vai gostar pelo menos de uma dessas brincadeiras.

Um, dois, três e já!
Brinque da mesma maneira que você brinca de Aviãozinho, só que em vez de jogar seu filho para cima, balance-o segurando seus braços e diga “Um, dois, três e (pausa)” balança! (ou “vai!”, ou “oba!”). Se você ainda não estiver dizendo “Um, dois, três” em outras brincadeiras, tente outra frase repetitiva, como “Atenção, preparar - balança”!,

Pega-pega
Brincadeiras com correria são as favoritas de crianças que estão sempre em movimento. Pega-pega é uma brincadeira na qual você corre atrás do seu filho para pegá-lo ou que ele corre atrás de você! Depois que seu filho aprender a brincadeira com você, será mais fácil incluir outras crianças e brincar no parque ou na escola.

Cabo de Guerra
(Um, dois, três -Puxa!) Se o seu filho gosta de segurar-se às coisas, uma brincadeira de cabo de guerra não satisfaz somente esta necessidade, mas também o ajuda a interagir e se comunicar. Para brincar, cada um segura em uma ponta de uma toalha ou lençol, dependendo do que ele preferir. Diga: “Um, dois, três ... puxa!” e então puxe o tecido de maneira gentil mas firme.

Um, dois, três – Pula!
Brinca-se de Um, dois, três – Pula! da mesma maneira que “Aviãozinho”. Mas em vez de levantar seu filho sobre sua cabeça, segure suas mãos e pulem juntos dizendo: “Um, dois, três, pula!” Se ele gosta de pular, pode providenciar uma mini cama elástica, encontrada em lojas de material esportivo. Se ele usar a cama elástica, não esqueça de interromper os pulos para que tenha a oportunidade de pedir mais.

Brincadeira com bola grande
Uma bola grande o suficiente para que seu filho possa sentar-se sobre ela é ideal para esta brincadeira. Seu filho pode sentar-se sobre ela, deitar-se de barriga para baixo, ajoelhar-se enquanto você o segura. Bata suavemente a bola e diga “Atenção, preparar – já!” ou “Um, dois, três – pula” ou “Pula, pula, em cima da – bola!”. Crie oportunidades para que seu filho participe, de acordo com seu estágio de comunicação.

Montanha de travesseiros
Esta brincadeira oferece uma série de estímulos – correr, pular e sentir pressão sobre o corpo. Junto com seu filho, monte uma montanha de travesseiros ou almofadas, colocando-os uns sobre os outros. Enquanto vai construindo a montanha, conte cada travesseiro ou almofada, levantando os dedos para indicar os números. Diga, então: “Vamos pular!” e ajude seu filho a pular para cima das almofadas e travesseiros.

PLANEJAMENTO ANUAL 5º ANO (4º SÉRIE)!!!

PLANEJAMENTO ANUAL 5º ANO (4º SÉRIE)!!!



PORTUGUÊS
 
Objetivo Geral
Desenvolver um trabalho cujo enfoque principal seja o uso da linguagem oral (fala e escuta), da linguagem escrita (leitura e produção escrita de textos), considerando a análise e reflexão sobre a língua e linguagem no processo ensino-aprendizagem.
Desenvolver a capacidade de:
Planejar e participar de situações de uso da linguagem oral;
Apreciar textos literários;
Selecionar textos de acordo com o propósito de sua leitura;
Utilizar recursos para compreender ou separar dificuldades de compreensão durante a leitura;
Reescrever ou produzir textos de autoria utilizando procedimentos de escritor;
Revisar textos em parceria com os colegas;
Revisar textos do ponto de vista ortográfico.
Conteúdo

 Texto instrucional
 Texto jornalístico
 Texto científico
 Contos de fada, fábulas, poesias, lendas, mitos, crônicas, artigo de opinião, paródias, história em quadrinhos, anúncios e propagandas, carta/bilhetes/e-mail, trava língua, adivinhas e parlendas.

Produção de texto

 História (criada, reproduzida, fábula, em quadrinhos, partindo de gravuras, continuada...), Quadrinhas, Poesias (com rima e sem rima), Receita, Dissertações, Slogan, Livros, Descrições, Biografias, Bula, Narração, Propaganda, Música, Lista de compras;
 Carta, bilhete, telegrama, convite, anúncio, pesquisa, entrevista, diálogos, narração de filmes.
 Uso da vírgula, ponto final, ponto de interrogação, ponto de exclamação.
 Leitura silenciosa, oral, em grupos.
 Ficha de leitura: oral e escrita.
 Interpretação oral, escrita e com desenhos.
 Alfabeto, encontro vocálico, ditongo, tritongo, hiato, classificação quanto ao número de sílabas, sílaba tônica, substantivos, artigos, flexão dos substantivos (número, gênero e grau, singular e plural, masculino e feminino, aumentativo e diminutivo), adjetivo, numeral, pronomes, verbos, advérbios.
 Acento agudo e circunflexo, acentuação de oxítonas, paroxítonas e proparoxítonas, encontro consonantal, dígrafos, hífem, uso da cedilha.
Ortografias a serem trabalhadas: g ou j, as, es, is, os, us, r/rr/r brando, x/ch, lh/li, nh/ni, ga, gue, gui, go, gu, ce, ci, se, si, ca, que, qui, co, cu, ar, er, ir, or, ur, xz, xs, l/u, ã, ão, am, na, m antes de p e b, s, ss, ç.
 Pluralidade cultural, meio ambiente, saúde, educação sexual, ética,

Avaliação

 Diagnosticar os saberes dos alunos quanto aos conteúdos propostos ao 5º ano e com base nessas informações, replanejar o trabalho pedagógico e suas intervenções.
 Pautar a observação por meio da organização e registros sistemáticos tanto iniciais, quanto processual e final.
 Proporcionar ao aluno momentos para sua autoavaliação.

MATEMÁTICA

Objetivo Geral
Desenvolver um trabalho cujo enfoque principal considere os cinco blocos temáticos: números, operações, espaço e forma, grandeza e medidas e tratamento da informação.
Desenvolver nos alunos a capacidade de:
Empenhar-se na realização das atividades propostas, utilizando todo o conhecimento construído quando se requer a resolução de situações problema;
Expor suas dúvidas e reconhecer a necessidade de rever o que ainda não aprendeu;
Utilizar-se de estratégias pessoais para resolver determinado problema, dispondo-se a expor suas idéias;
Interagir, estabelecendo uma postura de escuta atenta para entender as explicações do professor e/ou colega;
Formular argumentos, expondo-os a fim de que sejam validados ou refutados pelos colegas, avançando cada vez mais na linguagem matemática;
Reconhecer tanto os seus avanços quanto a necessidade de continuar aprendendo.

Conteúdo

 Origem dos números;
 Numeração egípcia;
 Numeração romana;
 Sistema de numeração decimal (comparar com outros sistemas);
 Números pares e ímpares;
 Ordem crescente e decrescente;
 Antecessor e sucessor;
 Valor posicional;
 Idéia de número e numeral;
 Leitura e escrita de numerais;
 Composição e decomposição de números;
 Números ordinais;
 Operações fundamentais: adição, subtração, multiplicação e divisão;
 Prova real;
 Expressões numéricas;
 Sentenças matemáticas;
 Situações problema envolvendo as 4 operações;
 Dobro, triplo, quádruplo, quíntuplo, sêxtuplo;
 Múltiplos e divisores;
 Sistema monetário brasileiro - Real e centavos de real;
 Formas de uso do dinheiro;
 Números irracionais;
 Frações - noção, problemas, adição, subtração, multiplicação e divisão;
 Porcentagem;
 Sistema de medidas:
 medidas de tempo, de comprimento, de massa, de capacidade, de superfície, de áreas;
 Geometria: noções fundamentais – retas, semi-retas, linhas abertas e fechadas, tipos de triângulo, quadrilátero, circunferência, o círculo, sólidos geométricos, gráficos e interpretação de dados.

Avaliação

 Diagnosticar os saberes dos alunos quanto aos conteúdos propostos ao 4º ano e com base nessas informações, replanejar o trabalho pedagógico e suas intervenções.
 Pautar a observação por meio da organização e registros sistemáticos tanto inicial, quanto processual e final.
 Proporcionar ao aluno momentos para sua autoavaliação.

GEOGRAFIA

Objetivo Geral
 Reconhecer e comparar o papel da sociedade e da natureza, na construção das diferentes paisagens urbanas e rurais brasileiras;
 Reconhecer e compreender algumas das consequências das transformações causadas pela ação do homem;
 Reconhecer, refletir e utilizar as tecnologias da informação, da comunicação e dos transportes na configuração de paisagens e na construção da vida em sociedade;
 Utilizar a linguagem cartográfica, observando a necessidade de indicação de direção e distância, orientação e proporção para garantir a legitimidade;
 Adotar uma atitude responsável em relação ao meio ambiente reivindicando o direito de todos a uma vida plena num ambiente preservado e saudável;
 Conhecer e valorizar os modos de vida de diferentes grupos sociais, como se relacionam e constituem o espaço e a paisagem no qual se encontram inseridos.

Conteúdo

 O espaço urbano e o espaço rural;
 Os transportes e as comunicações;
 A dinâmica da natureza;
 A população e as regiões do Brasil.
 Mapas

Avaliação

 Diagnosticar os saberes dos alunos quanto aos conteúdos propostos ao 4º ano e com base nessas informações, replanejar o trabalho pedagógico e suas intervenções.
 Pautar a observação por meio da organização e registros sistemáticos tanto iniciais, quanto processual e final.
 Proporcionar ao aluno momentos para sua autoavaliação.

HISTÓRIA

Objetivo Geral
 Reconhecer relações sociais
 Reconhecer a existência de diversas fontes históricas e necessidades de marcar a passagem no tempo e espaço
 Reconhecer a importância da participação das pessoas em movimentos populares, sociais, políticos e ambientais

Conteúdo

 A formação do povo brasileiro: indígenas, africanos, europeus e asiáticos. A importância da biografia e da narrativa histórica;
 A história da vida pública no Brasil, sob uma perspectiva cronológica, do Brasil colonial aos dias de hoje;
 Descobrimento;
 Colonização;
 Mineração;
 Trabalho escravo;
 Café;
 Independência
 República;

Avaliação

 Diagnosticar os saberes dos alunos quanto aos conteúdos propostos ao 4º ano e com base nessas informações, replanejar o trabalho pedagógico e suas intervenções.
 Pautar a observação por meio da organização e registros sistemáticos tanto iniciais, quanto processual e final.
 Proporcionar ao aluno momentos para sua autoavaliação

CIÊNCIAS NATURAIS

Objetivo Geral
 Compreender e ampliar conhecimentos sobre o Universo, o Sistema Solar e o Planeta Terra;
 Reconhecer e identificar os componentes: ar, água e solo no Planeta Terra;
 Reconhecer a necessidade de preservarem ambientes e de recuperar os que já foram destruídos;
 Compreender as necessidades vitais dos seres humanos, relacionando a necessidade de alimentos para o sustento, desenvolvimento, manutenção e obtenção de energia para o corpo;
 Identificar comportamentos de higiene física, mental e social, fundamental para o estado de saúde.

Conteúdo

 Universo e Sistema Solar;
 Planeta Terra;
 Solo, ar e água;
 Meio ambiente e preservação ambiental;
 Poluição;
 Corpo humano e seus sistemas.

Avaliação

 Diagnosticar os saberes dos alunos quanto aos conteúdos propostos ao 4º ano e com base nessas informações, replanejar o trabalho pedagógico e suas intervenções.
 Pautar a observação por meio da organização e registros sistemáticos tanto iniciais, quanto processual e final.
 Proporcionar ao aluno momentos para sua autoavaliação.